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	<title>investigações &#8211; Forensi</title>
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	<description>Perícia Criminal e Consultoria</description>
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		<title>Polícia no RJ acha DNA de criminosos, analisando larvas em cadáver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forensi Pericia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 13:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[pericia criminal]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma tecnologia de investigação genética desenvolvida pela Polícia Civil do Rio já ajudou a elucidar dois assassinatos de crianças no [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="852" height="569" src="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/larvas-dna.png" alt="Larvas_DNA" class="wp-image-802" title="Polícia no RJ acha DNA de criminosos, analisando larvas em cadáver 2" srcset="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/larvas-dna.png 852w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/larvas-dna-300x200.png 300w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/larvas-dna-768x513.png 768w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/larvas-dna-272x182.png 272w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" /></figure>


<p>Uma tecnologia de investigação genética desenvolvida pela Polícia Civil do Rio já ajudou a elucidar dois assassinatos de crianças no Estado: larvas que digerem restos mortais são analisadas e revelam, segundo os pesquisadores, o DNA de estupradores. A inovação estava exposta no estande da instituição em uma feira de segurança na última semana na cidade. Um banner reproduzia um dos artigos publicado em revistas científicas especializadas.</p>
<p>&#8220;Disseco as larvas, tiro o material do intestino delas e mando para a análise de DNA&#8221;, contou a perita criminal Janyra Oliveira-Costa, da polícia científica fluminense. A aplicação dessas técnicas de perícia genética virou tese de doutorado orientada por Janyra, que trabalha no IML (Instituto Médico Legal) do Rio e coordena investigações com uso da ciência e da tecnologia para elucidar assassinatos.</p>
<p>A policial explicou a técnica, que parece saída de série de ficção científica ou de investigação policial. Em laboratório, ela coloca larvas para ingerir pedaços de carne &#8220;contaminados&#8221; com sêmen. &#8220;Aí eu consigo encontrar o material genético do agressor dentro da larva&#8221;, explica. Segundo a pesquisadora, &#8220;o sêmen se degrada em cadáveres putrefeitos (em decomposição)&#8221;, o que dificulta o exame de DNA. As larvas, ao digeri-los, porém, permitem essa identificação. Janyra lembrou que já havia um artigo científico norte-americano anterior, de 2001, que colocava as larvas em contato com o sêmen e conseguiu alguns resultados com a tecnologia da época. Mas ela diz que o uso de carne é inédito no campo das ciências criminais.</p>
<p>A teoria foi aplicada na prática em dois casos de grande repercussão: o de uma criança de 6 anos morta em 2016 e o de uma garota de 11 anos assassinada em 2017. Em ambos os casos, as larvas foram tiradas dos canais vaginais das meninas e forneceram um perfil genético dos agressores. A perita disse, ainda, que a tecnologia também foi aplicada no caso da turista catarinense Fabiane Fernandes, 32, morta no final de 2018 na Região dos Lagos. &#8220;Não encontramos nada, o que indica que quem praticou a violência sexual contra ela usou preservativo&#8221;, afirmou.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-803 size-full" src="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/IML-RJ.jpg" alt="IML RJ" width="1280" height="960" title="Polícia no RJ acha DNA de criminosos, analisando larvas em cadáver 3" srcset="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/IML-RJ.jpg 1280w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/IML-RJ-300x225.jpg 300w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/IML-RJ-768x576.jpg 768w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2019/04/IML-RJ-1024x768.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></p>
<p><strong>Pesquisa em meio a crise</strong></p>
<p>Em meio a entraves financeiros pela crise econômica do Rio &#8211; que deixou as delegacias sem recursos e até mesmo itens básicos, como papel &#8211; Janyra tenta ampliar e desenvolver as descobertas já feitas.</p>
<p>&#8220;A polícia científica recebeu entre 15% e 20% do que solicitou à intervenção federal (decretada pelo ex-presidente Michel Temer no ano passado e encerrada em dezembro). Conseguimos cromatógrafos novos (equipamento que analisa compostos em amostras), uma máquina de escanear corpos e materiais para genética&#8221;, conta ela.</p>
<p>Por meio de um edital da Secretaria de Ciência e Tecnologia na Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro) no ano passado, Janyra obteve uma bolsa de R$ 420 mil para financiar a pesquisa. Desse valor, segundo ela, R$ 220 mil são dedicados apenas a reagentes das ciências genéticas.</p>
<p>&#8220;Quero tentar outras técnicas novas das ciências genéticas para ver se consigo obter perfis melhores e mais claros&#8221;, disse ela.</p>
<p>O dinheiro, contudo, não caiu na conta que ela abriu até agora. Em meio ao corte orçamentário de 42% em ciência e tecnologia anunciado pelo governo federal na semana passada, que ameaça bolsas de pesquisa como a de Janyra, o financiamento deve demorar ainda mais.</p>
<p><em>Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/04/08/analisando-larvas-que-digerem-cadaver-policia-no-rj-acha-dna-de-criminosos.htm</em></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aposta de Moro, investigações com auxílio de DNA crescem 28% no país</title>
		<link>https://forensi.com.br/aposta-de-moro-investigacoes-com-auxilio-de-dna-crescem-28-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forensi Pericia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 12:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília – Israel de Oliveira Pacheco, de 30 anos, passou cerca de dez anos preso sob a acusação de roubo [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="680" height="453" src="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro.jpg" alt="sergiomoro_MJ" class="wp-image-585" title="Aposta de Moro, investigações com auxílio de DNA crescem 28% no país 5" srcset="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro.jpg 680w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro-300x200.jpg 300w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro-600x400.jpg 600w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption>sergiomoro_MJ</figcaption></figure>


<p>Brasília – Israel de Oliveira Pacheco, de 30 anos, passou cerca de dez anos preso sob a acusação de roubo e estupro em Lajeado, no Rio Grande do Sul. Sustentou desde o primeiro dia a sua inocência, que só foi reconhecida em julgamento da Primeira Turma do <strong><a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/stf/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Supremo Tribunal Federal</a></strong> (STF) no dia 18 de dezembro de 2018. O que convenceu os ministros foi um cruzamento feito por meio de um banco de perfis genéticos: o DNA encontrado em uma mancha de sangue na casa da vítima deu positivo para outro suspeito do caso, que já era investigado por outras duas acusações de estupro.</p>
<p>Casos como esse são cada vez mais numerosos por causa do cruzamento de materiais genéticos armazenados em bancos de DNA. Em um ano, o número de investigações policiais que utilizaram esses bancos cresceu 28,2%, passando de 436, em 2017, para 559, no ano passado.</p>
<p>No discurso de transmissão de cargo na semana passada, o ministro da Justiça e Segurança Pública, <strong><a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/sergio-moro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sérgio Moro</a></strong>, defendeu o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG) como uma das prioridades de sua gestão e disse que o instrumento, que considera determinante para a resolução de crimes e um inibidor da reincidência criminosa, “deixe de ser só uma miragem legal”. Moro terá o desafio de colocar em prática a expansão já pretendida por ministros dos governos Dilma Rousseff e Michel Temer.</p>
<p>A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos foi criada em março de 2013 para manter, compartilhar e comparar DNAs com o objetivo de ajudar autoridades policiais de todo o País. Os perfis armazenados nos bancos são confrontados em busca de coincidências que permitam relacionar suspeitos a locais de crime ou diferentes locais de crime entre si. Os bancos de DNA têm caráter sigiloso e o acesso a eles é restrito e controlado.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/9287/exame/brasil_5__container__">Todos os DNAs coletados pelos laboratórios dos Estados brasileiros são enviados ao BNPG. Em novembro de 2017, o banco contava com 10.769 perfis genéticos. No mesmo mês de 2018, chegou a 18.080. Este crescimento de 67,8%, superior ao dos anos anteriores, deve-se em grande parte a um aumento superior a 100% no número de perfis de seis laboratórios do País.</div>
</div>
</div>
<p>Em 2018, o Ministério da Segurança Pública destinou R$ 22 milhões para o cadastramento de perfis genéticos de condenados, a aquisição de equipamentos para cinco laboratórios que ainda não estavam em pleno funcionamento, o cumprimento de auditorias externas, a instalação de novos computadores com alta capacidade de processamento(tecnicamente chamados de servidores), a realização da conferência anual da rede e reuniões bimestrais do comitê gestor.</p>
<p>A expectativa é de que em 2019 sejam direcionados ao menos R$ 20 milhões para os trabalhos. Para este ano, os esforços do comitê responsável pela rede de bancos de DNAs serão concentrados em três pilares: a modernização de laboratórios que ainda não estão prontos, a busca por desaparecidos e a solução de crimes sexuais. O País tem hoje 150 mil DNAs relativos a crimes sexuais nos laboratórios de perícia aguardando processamento por falta de insumo e pessoal.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-586 size-full" src="http://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro2.jpg" alt="Aposta de Moro, investigações com auxílio de DNA crescem 28% no país 2" width="460" height="307" title="Aposta de Moro, investigações com auxílio de DNA crescem 28% no país 6" srcset="https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro2.jpg 460w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro2-300x200.jpg 300w, https://forensi.com.br/wp-content/uploads/2015/07/noticia_moro2-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 460px) 100vw, 460px" /></p>
<h3><strong>Ampliação</strong></h3>
<p>A meta para 2019 é coletar o perfil genético de 70 mil condenados em todo o Brasil, segundo Ronaldo Carneiro, coordenador do comitê gestor e perito criminal do laboratório de genética forense do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal. “A ideia é que cheguemos em um ponto tal em que todos os condenados por crimes hediondos e grave violência contra a pessoa tenham material genético coletado na entrada do presídio, o que já é feito nos federais.”</p>
<p>O perfil genético foi a garantia de liberdade para Israel Pacheco. “Espero que o caso sirva para que haja avanço e fortalecimento da polícia científica em busca de provas técnicas. Ele sempre negou a autoria do crime, mas acabou sendo condenado com base no reconhecimento da vítima, em que não houve respeito aos devidos procedimentos. É um alerta também para a necessidade de cautela nesses reconhecimentos”, disse o defensor público do Rio Grande do Sul Rafael Raphaelli, que atuou no caso. “Que bom que não temos pena de morte, né?”</p>
<h3><strong>Legalidade</strong></h3>
<p>Desde 2012, condenados por crimes cometidos com grave violência ou hediondos podem ser submetidos à identificação de perfil genético, cujas informações são armazenadas em banco de dados sigiloso, de acordo com o que passou a prever a Lei 12.654.</p>
<p>A obrigatoriedade de cessão do DNA, que o ministro Sérgio Moro já anunciou que pretende tentar expandir para todos os presos condenados por crimes dolosos violentos, é polêmica e alvo de questionamento quanto à constitucionalidade em recurso extraordinário que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator é o ministro Gilmar Mendes e não há data para julgamento, que deverá ter repercussão geral – ou seja, valer para todos os questionamentos similares.</p>
<p>Sustenta a Defensoria Pública de Minas, autora do recurso, que a lei fere o princípio constitucional que estabelece que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo. “Esse entendimento é consagrado na jurisprudências dos tribunais do País, e não é uma criação da constituição brasileira”, disse o defensor público de MG Flávio Lélles. No caso original, o órgão contesta o pedido do MP que queria submeter um preso à verificação.</p>
<p>Além do aspecto legal, há outras preocupações. “A polícia atua fora de controle, baseada no apelo popular, sem a devida atuação dos órgãos que deveriam vigiá-la, e vamos equipá-la com o instrumento mais rigoroso que existe? Plantar vestígios em cenas de crime é muito fácil”, disse o professor de Criminologia da Universidade de São Paulo (USP) Maurício Stegemann Dieter. “Estamos criando um banco de gente que vai fortalecer a reincidência como fator número 1.”</p>
<p>As informações são do jornal <strong>O Estado de S. Paulo.</strong></p>
<p>Fonte: <em>https://exame.abril.com.br/brasil/aposta-de-moro-investigacoes-com-auxilio-de-dna-crescem-28-no-pais/</em></p>]]></content:encoded>
					
		
		
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